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simplesmente é

ei, você, que tá me lendo agora, que me olha do jeito que olham os curiosos, que me desperta da maneira que se desperta o

imensidão

aos poucos a gente vai deletando aquela memória que é nossa e não pertence mais a lugar nenhum. aos poucos a gente vai esquecendo do

novembro

eu num sei muito bem o que te falar, novembro, só sei que, de você, eu espero cura. e aqui eu não falo pra você

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coloquei o fone, encarei mais uma hora de estrada e me deixei levar pelas palavras que saltavam da melodia e que em mim faziam poesia.